"Você pode ter certeza que ela está se divertindo a valer", diz Jaqueline. "Eu não acho que ela não esteja bem. Ela está correndo atrás, tem um monte de gringo querendo cantar com ela", diz Maurício. "Eu a conheci nos Estados Unidos, há uns 8 anos", revela Natália. "Mas assim, ela era do grupo que eu saia, nada demais", revela a perita que vivia nos EUA antes de entrar para o Big Brother Brasil. |
Proprietário da THE WEEK André Almada coloca em seu Twitter que Já fechou nova data para WANESSA
@AlmadaOficial: Fechada a data do próximo show da @wanessaoficial em SP!
Agora é Aguardar a divulgação breve mais Informações!!!
Música Worth It ganhou remix de Mister Jam

De acordo com o site especializado Hot G Music, o remix feito pelo DJ Mister Jam para a músicaWorth It, de Wanessa, está no topo da parada LGBT há dez semanas consecutivas.
A faixa, cujo clipe também está bombando na lista dos mais pedidos, figura na frente de fortes concorrentes, como Loca, de Shakira, Firework, de Katy Perry, e On The Floor, de Jennifer Lopez.
Assista ao clime de Worth It:

De acordo com o site especializado Hot G Music, o remix feito pelo DJ Mister Jam para a músicaWorth It, de Wanessa, está no topo da parada LGBT há dez semanas consecutivas.
A faixa, cujo clipe também está bombando na lista dos mais pedidos, figura na frente de fortes concorrentes, como Loca, de Shakira, Firework, de Katy Perry, e On The Floor, de Jennifer Lopez.
Assista ao clime de Worth It:
Cantora participou de aula de dança de rua para o programa "Estrelas"
QUEM ONLINE

Wanessa participou de uma aula de dança de rua durante a gravação do programa "Estrelas", apresentado porAngélica. A cantora escolheu um look bastante estiloso para a atração. Ela apostou em uma roupa toda preta para a ocasião. O visual incluía body, polainas e casaquinho. Para dar uma descontraída na produção, ela usou tênis com cadarço pink.



Wanessa Camargo cresceu e apareceu. Filha do sertanejo Zezé di Camargo, a cantora conquistou sua independência ao longo dos anos, quando decidiu seguir a mesma carreira do pai e do tio Luciano.
No ano passado deu um importante passo na carreira ao abrir o show da cantora internacional Beyoncé, em Florianópolis e no Rio de Janeiro.
No ano passado deu um importante passo na carreira ao abrir o show da cantora internacional Beyoncé, em Florianópolis e no Rio de Janeiro.
Com seis discos lançados e um DVD, Wanessa aceitou encarar o famoso pingue-pong do eBand, onde revelou algumas curiosidades e preferências.
Cano longo ou cano curto?
Cano curto, mas com salto...
Playstation ou Atari?
Wii
iPod ou vitrola?
Ipod
Cerveja ou vinho?
Não bebo, prefiro água e refrigerantes diet ou light
Cachorro ou gato?
Cachorros, tenho um casal
iPad ou Netbook?
iPad
Light ou normal?
Light
Bossa Nova ou Rock n' Roll?
Pop, Rock e Dance
Praia ou serra?
Os dois, em momentos diferentes
Babydoll ou cinta-liga?
Pijaminha
Jennifer Aniston ou Angelina Jolie?
Angelina tem mais atitude
Telefone ou MSN?
Telefone
Frio ou calor?
Os dois
Londres ou Nova York?
Nova York...amo!
Michael Jackson ou Madonna?
Amo os dois!
Sushi ou churrasco?
Sushi, de preferência no Shaya, restaurante do meu marido
De fábrica ou turbinada?
Original de fábrica
Fusca ou Ferrari?
Hum..... Ferrari
Sol ou lua?
Os dois, em momentos diferentes
Copo meio cheio ou meio vazio?
Meio cheio
Beatles ou Rolling Stones?
Os dois, ouço direto!
Batman ou Superman?
Superman
Ronaldo ou Romário?
Ronaldo
Woody Allen ou Steven Spielberg?
Spielberg
Perde a piada ou perde o amigo?
A piada
Uma imagem ou mil palavras?
Uma imagem vale mais
Come ou leva para casa?
Sempre para viagem
Cano longo ou cano curto?
Cano curto, mas com salto...
Playstation ou Atari?
Wii
iPod ou vitrola?
Ipod
Cerveja ou vinho?
Não bebo, prefiro água e refrigerantes diet ou light
Cachorro ou gato?
Cachorros, tenho um casal
iPad ou Netbook?
iPad
Light ou normal?
Light
Bossa Nova ou Rock n' Roll?
Pop, Rock e Dance
Praia ou serra?
Os dois, em momentos diferentes
Babydoll ou cinta-liga?
Pijaminha
Jennifer Aniston ou Angelina Jolie?
Angelina tem mais atitude
Telefone ou MSN?
Telefone
Frio ou calor?
Os dois
Londres ou Nova York?
Nova York...amo!
Michael Jackson ou Madonna?
Amo os dois!
Sushi ou churrasco?
Sushi, de preferência no Shaya, restaurante do meu marido
De fábrica ou turbinada?
Original de fábrica
Fusca ou Ferrari?
Hum..... Ferrari
Sol ou lua?
Os dois, em momentos diferentes
Copo meio cheio ou meio vazio?
Meio cheio
Beatles ou Rolling Stones?
Os dois, ouço direto!
Batman ou Superman?
Superman
Ronaldo ou Romário?
Ronaldo
Woody Allen ou Steven Spielberg?
Spielberg
Perde a piada ou perde o amigo?
A piada
Uma imagem ou mil palavras?
Uma imagem vale mais
Come ou leva para casa?
Sempre para viagem
Cantora faz sucesso nas casas voltadas para lésbicas, gays, transexuais e simpatizantes
Thaís Pacheco - Estado de Minas
Veja mais fotos do show de Wanessa em BHEternamente comparada a Sandy, filha de Xororó, a Wanessa nunca foi dada a obrigação de ser boa moça. Sempre teve mais liberdade para cantar, dançar, agir e se vestir como quiser. Agora, ficaram para trás as comparações, o sobrenome e toda essa conversa clichê. Ela deixou de lado o Camargo, virou apenas Wanessa e recebeu um título que não faz questão de negar: diva LGBT. Seu público fiel reúne lébiscas, gays, bissexuais e transgêneros – além dos simpatizantes, é claro. “Não sou a única. Às vezes, o brasileiro toca em balada da Europa e está na parada pop, mas não é conhecido popularmente. A diferença é que tenho feito trabalho mais dançante. Como comecei no mercado popular e tive visibilidade nacional, acabo tendo mais visibilidade e as pessoas ligam mais o novo formato à minha pessoa”, afirma a cantora. Wanessa mantém postura humilde frente ao título de diva, mas não há como negar: no começo do mês, em São Paulo, ela lotou a The Week, boate exclusivamente LGBT, com capacidade para 2,6 mil pessoas. Ensandecido, o público gritava e pulava durante o show. Sabia de cor a letra do primeiro grande hit gay da cantora Wanessa, Falling for you. O babado não é exclusividade paulista. Em BH, no último sábado, cerca de 1 mil pessoas formaram fila na porta da boate gay Josefine, na Savassi, para ver Wanessa. Pertinho do palco, fãs histéricos diante da diva, que usava short bem curto, blusa rosa e cabelos encaracolados. “Faço o meu cabelo, mas hoje não sei se ele está bom”, confessava ela, no hotel, antes da performance. Falling for you toca nas rádios do país inteiro, frequentadores mais assíduos de baladas já a conhecem. A outra música dessa nova fase, Worth it, tem até clipe – assim como fazem as divas ao redor do mundo. Aliás, a produção nacional é praticamente um clipe de Beyoncè. COREOGRAFIA Façam suas apostas: em pouquíssimo tempo, assim como ocorre com as coreografias dos clipes de Lady Gaga, os passos da dancinha de Worth it invadirão as pistas de casas LGBT. “Esse é o público principal, por quem tenho muito carinho. Gosto de fazer um trabalho específico para eles. Não penso em algo segmentado, tenho o público LGBT e o público muito feminino também. Como hoje, no Brasil, há um mercado cada vez mais crescente de casas LGBT, acabei me inserindo nisso”, explica Wanessa. “Essa plateia foi a que melhor entendeu meu novo trabalho, identificou-se com ele. É uma coisa de emoção”, define. Há algum tempo, a brasileira dava indícios de que, eventualmente, poderia seguir o mercado dos astros da parada pop norte-americana. Em 2008, ela fazia covers de Shakira e Rihanna. Em 2009, gravou uma faixa com o rapper Ja Rule. Ano passado, Wanessa foi convidada pelo pai de Beyoncè para abrir dois shows dela no país. Cantando, testando e ouvindo, Wanessa já pode tentar diagnosticar o seu novo público. “Não saberia dizer de que as pessoas que ouvem meu trabalho gostam. Entretanto, quando escolho um cover, penso no que o público em geral está ouvindo. Atualmente, optei por Rihanna, que tem muito a ver com o público mais amplo. Mas também escolhi Kylie Minogue, segmentada para a plateia LGBT mesmo”, avisa. Wanessa conta que seus fãs ouvem pop internacional e gostam de MPB. “É muito diversificado. As pessoas são antenadas, ouvem música e querem informação. Sabem quem canta, o nome da canção, em que ano o CD foi gravado, quando sai clipe novo e até a roupa que a cantora vestiu nas gravações”, revela. MUSIC TICKET As primeiras faixas do novo disco, ainda sem nome, foram distribuídas de forma promocional em parceria com a gravadora e uma marca de roupas. “Fizemos o music ticket como aperitivo. Íamos fazer o CD, mas seria correria. Para não ficar sem lançar trabalho, escolhemos quatro músicas”, conta ela. As quatro canções em inglês vieram no ticket com código. Quem recebia o cartão podia baixá-las na internet. Distribuídos em 2010, boa parte dos tickets chegou ao público nas apresentações de Wanessa. Por sua vez, o formato dos shows mudou radicalmente. “Foi incrível, pois não tinha expectativa a não ser cantar e ser feliz. Queria me divertir e me jogar, tivesse gente ou não. Queria estar no palco, mostrar o meu trabalho”, conta. Aos poucos, Wanessa notou que algo mudara. “Fui me identificando com esse palco diferente e intimista. As pessoas não estão a um metro de você, com grade e arquibancada. É outra coisa, muito mais teatral e performática. Não tem banda. Tudo ao vivo, com DJ e bases gravadas”. Ela faz questão de frisar: valoriza a eletrônica, mas canta ao vivo. “Alguns shows, a gente faz com o nosso DJ; em outros, há o CD com coros e canto em cima”, explica. Ela adora o formato com banda, para boates. “É muito legal e funciona bem. Levo vocalistas, tecladista, guitarrista e a gente faz ao vivo com o DJ. Mas depende do investimento, pois custa mais caro, exige casa maior, em que caibam 2 mil pessoas para a renda compensar”, diz. EM TRANSIÇÃO Wanessa considera natural experimentar tantos estilos. Ela começou apostando no repertório romântico, foi para o pop, passou pelo R&B e agora se dedica ao pop LGBT. “Vivo o que tenho vontade. Fui experimentando as coisas, prestando atenção no que queria passar para as pessoas. Passei por transições internas e de vida, como todo mundo, e isso inclui gostos e vontades”, explica. “Sempre busco algo que me estimule. Coisas diferentes, novas, procuro informação, aprendizado e gente nova produzindo. Vou mudando sempre. Isso acaba trazendo amadurecimento”. O novo disco, com canções inéditas em inglês e repertório exclusivamente escolhido por ela, sai no primeiro semestre. As gravações vão começar no dia 12. A opção por outra língua, afirma ela, não se deve ao mercado internacional. Aliás, Wanessa não aponta os gringos como um de seus principais objetivos. Mas se isso rolar, ótimo. “O tipo de música que decidi fazer tem a ver com o inglês. Tentei achar uma forma de cantá-las em português, mas não funcionou. Não cola, ficou estranho. Não quer dizer que vou cantar para sempre em inglês. Nada está decidido para sempre”. Tá dado o recado da nova diva. Fonte: O ESTADO DE MINAS |
Em entrevista a QUEM, cantora afirma ter um lado gay, diz que gostaria de adotar uma criança e conta como reage às críticas ao seu trabalho
POR GUILHERME SAMORA

A revista QUEM desta semana, que chega às bancas nesta quarta-feira (2) traz uma entrevista com a cantoraWanessa Camargo. Ela respondeu as perguntas dos leitores enviadas ao site da revista. Aos 28 anos, diz estar madura e fala que encontrou seu verdadeiro caminho na música. Nem de longe lembra a adolescente que cantava baladas românticas feitas sob encomenda para rádios populares, que se lançou cantora em 2000, quando assinava, artisticamente, o sobrenome do pai, o sertanejo Zezé Di Camargo. "Eu me sinto mais segura mesmo. O Marcus[Buaiz, seu marido e empresário] me traz muito apoio, muita força. Com certeza, ele tem grande parcela de culpa na minha segurança e confiança", afirmou.
Ela também disse estar cansada de responder perguntas sobre Sandy e sobre o fato de ter tirado o sobrenome Camargo de seu nome artístico. "Quando me perguntam isso, dá vontade de pedir para jogarem no Google (site de buscas na internet) que a explicação vai ser a mesma."

A cantora também falou sobre a ditadura da magreza. "Temos que cuidar do nosso corpo para continuar vivendo. Não dá para desrespeitar a natureza. Tem gente que nasceu com predisposição para ter um corpo bem magrinho e tem gente que não. Não queira ser a Gisele Bündchen se você não é. Se quer comer coisas saudáveis, quer malhar, tudo bem. Hoje, eu como bastante e sem engordar. Optei por alimentos saudáveis e estou bem. Não passo mais fome, nunca mais passei mal. Faço shows de uma hora, com dança o tempo todo, com um pique absurdo. A magreza não me trouxe mais felicidade nem mais aprovação. Isso está na sua cabeça."
Leia abaixo algumas das outras perguntas feitas pelos leitores:
Se um dia seu marido a traísse, você o perdoaria?
Vanessa Graciano, Aparecida (SP)
WC: Eu perdoaria uma traição. Tudo é tão variável! Tudo depende do motivo, de como está o relacionamento de vocês naquele momento. Todo ser humano, mesmo com a melhor das intenções, pode cometer um erro. A gente pode se deixar levar pela vaidade. Eu tenho vaidade. Queria muito dizer que não tenho, mas tenho. Não sou perfeita e não acho que a pessoa que está do meu lado tenha que ser perfeita. Ele pode cometer erros, como eu posso cometer erros. Ele pode fazer algo que me machuque. Mas isso não quer dizer que ele não me ame, ou que não possa reverter isso depois. É possível perdoar. Tem muita gente que fica nessa de se preocupar com o que vão pensar. A gente tem que parar de pensar no que os outros vão dizer. Isso é o pior. Na hora de sentir, é você quem sente. A gente nasceu sozinho e vai morrer sozinho. Não tem que ficar pensando no outro. Se vão chamar de chifruda, de corno, isso é a coisa mais ridícula do mundo. Todo mundo está na vida para dar a cara a tapa, para aprender. O casamento é um documento. O que funciona é a união, o amor. Mas tem que perdoar de verdade. Não dá para ficar remoendo.
Em entrevistas antigas, você dizia que queria ter cinco filhos. Vai adotar?
Teo Veiga Lima, Presidente Prudente (SP)
WC: Ah, já mudei de ideia. Não quero mais cinco filhos, não. Mas adoção eu acho lindo. Não sei se vou conseguir adotar uma criança. Até porque, sendo casada, é uma decisão que não cabe só a mim. Adoraria poder fazer isso. Não para mostrar nada a ninguém, mas de coração. Mas ainda é muito cedo. Pode ser que, quando eu tiver meu filho biológico, pense em adotar um segundo. Mas eu e Marcus nunca paramos para conversar sobre isso. Ainda leva um tempo.

L.L, por e-mail
WC: Naquele época, eu fazia todos os regimes, da lua, dos pontos. Vivia numa constante neurose. Se eu engordasse um quilo, não queria sair de casa. Dizia que não tinha roupa para vestir. Eu cheguei a passar mal no colégio, pois ficava o recreio inteiro comendo apenas uma uva. Uma vez, roubei remédio para emagrecer de uma amiga. São coisas que podem parecer bobas, mas temos que ficar de olho. Emagreci muito, fiquei neurótica com malhação, queria malhar o tempo todo e correr, tive estafa muscular. Não cheguei a ter diagnosticada anorexia, mas tive o princípio de um distúrbio, sim, e foi muito difícil. O que tenho para te dizer é: procure ajuda. Isso não dá para resolver sozinha. Seja sua melhor amiga, sua mãe... Conte a alguém. Não esconda. Conte que não está conseguindo comer, vá atrás de um médico. Hoje, estou com 48 quilos e 1,60 metro e estou saudável, comendo muito bem.
Não entendo o motivo de você defender tanto os homossexuais. Como é que você luta por eles se você não é gay?
Sandra Aparecida Torres, Rio de Janeiro (RJ)
WC: Quem disse a você que não sou gay? Quem disse a você que ser gay é só gostar do sexo oposto? Para mim, ser gay é estado de espírito. Homossexual é gostar do mesmo sexo. Eu não tenho atração por mulheres, tenho por homens. Mas isso não me faz menos gay que muita gente. O gay, para mim, é alguém que luta todos os dias contra a intolerância, é uma pessoa que entende que o mundo é feito de diferenças. E eu me vejo assim. Eu me identifico. Então, posso dizer que tenho o comportamento e a mente gays.
Como você lida com o dinheiro?
Lívia Santos, Salvador (BA)
WC: Eu sou oito ou oitenta! Às vezes, passo seis meses sem comprar um alfinete para não gastar nada a mais. Mas basta uma viagem ou uma loja de que eu goste muito que aquele bichinho do consumismo acaba ficando solto! O que aprendi é fazer compras certas: coisas de que você realmente precisa e que vai usar. A pior coisa é gastar um dinheiro em algo e dizer “para que eu comprei isso?”. Mas eu sei me controlar muito bem. O meu financeiro, pessoal e de carreira, eu mesma cuido. Sei o que está entrando e o que não está, o que tenho que pagar neste mês, o que vai vencer em três meses, sei dos meus investimentos e até das contas de casa que eu pago.
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